Como dissemos em tópico anterior, o Módulo de Estatísticas do SEI hoje coleta principalmente informações sobre:
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porte da base (processos, documentos, usuários, unidades),
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infraestrutura (banco, filesystem, CPU, memória),
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perfil técnico da instalação e uso do sistema.
E isso nos dá um bom diagnóstico operacional e tecnológico da instância.
Mas surge uma pergunta importante:
isso é o que vocês precisam para gerir o SEI no dia a dia?
Queremos ouvir a comunidade para orientar a evolução do módulo. Em especial:
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Quais informações fazem falta hoje?
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O que vocês já tentaram medir e não conseguiram?
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Que indicadores ajudariam na gestão do trabalho (e não só da infraestrutura)?
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Há algo que o módulo atual mede que não agrega valor?
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Vocês usam esses dados hoje? Como?
Algumas provocações para reflexão:
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Tempo médio de tramitação por tipo de processo faria diferença?
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Gargalos por unidade ou etapa seriam úteis?
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Volume de retrabalho (ex: documentos cancelados/substituídos)?
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Uso real de funcionalidades (assinatura, externo, tramitação)?
A ideia é evoluir o módulo para algo mais próximo de um painel de gestão do processo administrativo, e não apenas um inventário técnico da instância.
Se puder, traga exemplos concretos do seu órgão.
O que você gostaria de enxergar ali que hoje precisa levantar “na mão”?